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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O Reino de Deus

O Reino de Deus não é comida nem bebida

Porquanto o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo;
Romanos 14:17

O povo de Deus, na época de Jesus já não aguentava mais o domínio agressor de Roma. Desesperada e revoltada com tantas injustiças, a multidão apegou-se na esperança de receber o Cristo como o Rei que substituiria o Rei de Roma, o Imperador e devolveria o domínio, o poder e a liberdade a seu povo.
Além disso,  estavam acostumados a ver a luxúria e as riquezas que o imperador e os reis anteriores usufruíam. Muito luxo, muito alimento, fartura, desperdício, abundância. Isso era a imagem de reino que as pessoas tinham.
Nosso querido Jesus veio ensinar e pregar um reino diferente. Não falava de um reinado mundano, mas de um reino espiritual no céu. Ele ensinava as pessoas a terem esperança, palavra tão esquecida por todos. Os pobres eram o ponto alto da atenção e compaixão do mestre. Os coxos, mancos, aleijados, doentes... todos tiveram a oportunidade de adquirir vida e vida plena.

Jesus ensinou que a paz não é dada pelo mundo, pelas riquezas, mas pelo Pai celestial.
Hoje em dia não é  muito diferente. As pessoas procuram um Cristo que dê a elas uma vida mundana melhor, sem problemas, sem lutas, sem cruz. 
Mas não é nada disso que a palavra nos ensina. 
Buscai, assim, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cadeias espirituais

Cadeias espirituais
Prisões de portas abertas

No mundo moderno, as pessoas estão habituadas a correr de um lado para outro, com diversos compromissos e ocupações. Nesse  contexto, o tempo passa a ser contado em minutos. Muitas vezes, quando chegam em casa à noite, exaustas, as pessoas não encontram tempo para leitura e reflexão da palavra de Deus, não ensinam seus filhos a reservarem um tempo para conversas edificantes, porque tudo o que querem é relaxar, esquecer o dia cansativo que passou.

Mediante isso, as pessoas acabam se entregando a programas de televisão que deterioram suas almas ou mesmo saindo com os amigos em busca de entretenimento em mesas de bar, comendo exageradamente, se entregando a paixões-relâmpago com pessoas desconhecidas ou ainda realizando compras desnecessárias e caras, com o dinheiro que muitas vezes nem têm. Pode não parecer, mas essas coisas geram VÍCIOS. Isso mesmo: vícios agradáveis à carne. Mas não devemos esquecer que cada um desses vícios gera consequências negativas e danosas.
O vício é um costume, uma dependência, um hábito que pode se tornar uma regra para nós.
II PEDRO 2.19 - PROMETEM LIBERDADE A ESSAS PESSOAS, MAS ELES MESMOS SÃO ESCRAVOS DE HÁBITOS IMORAIS. POIS CADA PESSOA É ESCRAVA DAQUILO QUE A DOMINA.  
  
Em outra tradução encontramos a expressão: “sendo eles mesmos servos da corrupção
Quando nos viciamos em determinada atitude, ação ou vontade, tornamo-nos escravos. E isso nos afasta de Deus. Mas o pior e mais perigoso é que não sentimos que estamos aprisionados.
É como se estivéssemos presos em uma prisão de portas abertas, com todo conforto e de lá não saímos porque não é uma pessoa que nos aprisiona, mas sim, nós mesmos. Isso é grave!
É muito mais cômodo permanecer nessas prisões do que lutar para sair delas e buscar mudança de vida.
É comum encontrarmos pessoas que se referem a seus vícios de bebida alcoólica, dizendo: “Eu não sou viciado.Paro quando quiser” ou mesmo viciados em outras drogas dizerem: “Eu uso até o momento que não quiser mais.”

O problema é que na maioria das vezes, isso não é possível, nem tão fácil quanto se imagina. Os vícios são destruidores de sonhos. Eles são capazes de esfriar nossa fé, tornando-nos aprisionados.
João 8.34 - Digo-lhes a verdade Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado.

Nós fomos chamados para a liberdade. Não devemos permitir que o pecado nos aprisione novamente!!!!!
Sara Freitas